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Agora vamos apresentar a você “Woods of Net” (Ninhos de Madeira), um pavilhão permanente da artista japonesa Toshiko Horiuchi Macadam, projetado em colaboração com engenheiros estruturais TIS & PARTNERS.

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O pavilhão está localizado no Open-Air Museum Hakone, um museu aberto, localizado em um dos pontos turísticos mais visitados do Japão.

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A artista criou uma malha de rede inteiramente feita à mão,  tudo foi projetado pensando em crianças, e a ideia é que elas se arrastassem dentro da malha, rolassem e saltassem sobre a rede. Queríamos criar um espaço que fosse suave, que não houvesse limites entre a fronteira exterior e interior. O espaço atrai muitas pessoas, parece pedacinhos de madeira de um ninho ou mesmo de uma fogueira. As crianças brincam dentro da rede e os pais se sentam ao redor para descansar.

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A estrutura é composta inteiramente de madeiras, sem quaisquer peças de metal. São 320 metros cúbicos de madeira  usados e não há peças iguais entre todas as 589 pecinhas. As técnicas de execução são derivadas de milhares de anos de experiência que o japonês adquiriu nos templos de madeira japonesas, em Nara e Kyoto.

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Fotos por Abel Erazo.

Quem é que na infância não teve um balanço preso em um galho de árvore no quintal de casa?
A sensação de liberdade ao balançar é muito boa.

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A infância passou e nem por isso devemos perder essa sensação de liberdade, só que agora mais elegantes e modernos, o nosso mobiliário de jardim nos traz inúmeras opções de balanços, em diversos materiais. Alguns importados, alguns fabricados aqui, e alguns até podemos copiar e mandar fazer.

Vamos conhecer o que há no mercado? Use o que mais se adapta ao seu estilo de jardim ou a sua varanda.

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Que tal estimular as crianças a mexerem com a terra, plantar e colher?

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Estimule-as criando um cantinho para que elas plantem, colham, se sujem, se divirtam com a jardinagem, criando, assim, respeito pela natureza.

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Compre ferramentas e monte um local para guardar, além das ferramentas, todo o material necessário, como vasinhos, terra, sementes, adubo e mudas.

Ao comprar mudas, tome cuidado com certas plantas que podem ser tóxicas ou venenosas, produzindo alergias e até óbito, como a Comigo ninguém pode, e a Espirradeira, entre outras. Cuidado também com as folhas serrilhadas, pois produziram cortes e arranhados, como as folhas de algumas bromélias.

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Depois desses cuidados para que os pequenos não se machuquem, plante flores perfumadas para estimular o olfato, plante temperos, legumes e verduras para que eles tenham o prazer de colher e depois comer o que plantaram, estimulando também o paladar. Plante árvores frutíferas que eles conheciam somente as frutas vindas de supermercados, e agora poderão colher fresquinhas no pé.

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E que tal uma pequena fonte, pois o barulho da água acalma, e que criança não gosta de brincar com água?

Se tudo isso puder ser em um grande quintal, coloque caixa de areia e brinquedos perto dessa área que será só deles. Mas se você não tiver tanto espaço, tudo isso poderá ser plantado em vasos e jardineiras, inclusive algumas frutíferas, como jabuticaba, pitanga, acerola, romã e muitas outras.

Não se esqueça de colocar plaquinhas com os nomes do que semeou ou plantou para que eles reconheçam na hora de colher.

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Na hora da colheita, que tal juntar os amiguinhos e transformar tudo isso numa brincadeira?

Então, mãos à obra, vamos criar este hábito saudável com seus filhos.

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Inauguração prevista para este ano, em Copacabana, a nova sede do MIS/ Com RJ é um superprojeto do escritório de Nova York Diller Scofidio + Renfro. Desenvolvido pelo nosso não menos premiado Índio da Costa AUDT.

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O museu está muito lindo e cheio de arrojo. Lá teremos todo o acervo do antigo museu. O projeto contempla galerias, áreas educacionais e de lazer, além de um espaço para o Museu da Carmem Miranda.imagem3

Mas o melhor deste projeto é a fachada ventilada de concreto polímero de cerâmica (sílica e quartzo) da ULMA, uma empresa espanhola com 25 anos de tecnologia e experiência. No projeto, foi usada a linha Creaktive – 100 mil placas de 15×15 centímetros, em seis tons de cinza. E como a empresa manipula as peças em arquivos digitais, aparece o rosto da Carmem Miranda, que salta aos olhos na parte de trás da Rua Aires Saldanha.

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Estou ansiosa para ver toda esta beleza de projeto finalizada. É ver para crer.

Quando falamos de alimentos orgânicos, algumas questões vêm logo a nossa mente…será que são realmente mais saudáveis? São mais saborosos?  Seu consumo é importante para toda a família? E depois de todas essas perguntas, vem um outro comentário: é bem mais caro?

Bem, vamos por partes… o que é o alimento orgânico? Além de ser um alimento sem agrotóxicos, é também isento de insumos artificiais, como os adubos químicos, drogas veterinárias, hormônios, antibióticos e organismos geneticamente modificados. Durante o processamento dos alimentos, é proibido o uso das radiações ionizantes (que produzem substâncias cancerígenas, como o benzeno e formaldeído) e aditivos químicos sintéticos como corantes, aromatizantes, emulsificantes, entre outros.

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Quando escolhemos um alimento orgânico, estamos escolhendo uma filosofia, um alimento mais adequado à saúde, cuja produção tenha como objetivo a autossustentação da propriedade agrícola no tempo e no espaço, a maximização dos benefícios sociais para o agricultor, a minimização da dependência de energias não renováveis na produção, a oferta de produtos saudáveis com respeito à integridade cultural dos agricultores e à preservação da saúde ambiental e humana (Portal Orgânico).

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A agricultura orgânica, quando relacionada à agricultura familiar, é uma estratégia de revitalização e reorganização social do meio rural e de dignificação do agricultor, que pode repercutir em melhor qualidade de vida no meio urbano, em cidades mais equilibradas em seu número de habitantes, em menores índices de desemprego e menos violência. Comer orgânico é também um ato socioambiental!

Para que você tenha certeza de que não está levando “gato por lebre”, é importante que o produto tenha o selo de certificação que, após a entrada em vigor da nova Lei dos Orgânicos (Lei 10831/03), estabeleceu um selo único em todo território nacional.

Você poderá encontrar alimentos orgânicos em feiras livres, supermercados, lojas especializadas e delivery.

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E aí vamos viajar para Ödense ? Oi ¿ Fica no centro da Dinamarca este lugar fantástico, exótico e milenar, capital de Fyn, visitando a bela e singela cidade, você começa a conhecer uma das “pérolas” dinamarquesas.

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Tem sua própria arquitetura, repleta de mansões e castelos, como o impressionante Castelo de Egeskov, repleta de esculturas de duendes e bancos com pés em forma de monstros.

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Seu povo é lindo, cheio de  crianças, e, com uma comida maravilhosa!!!  Além disso, a cidade cultiva flores no mês de Agosto, lá eles realizam um festival de flores.

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Você descobre que ainda tem muito a aprender nessa vida quando fica sabendo que irá conhecer a cidade natal de Hans  Christian Andersen, e mesmo que você não faça  a menor ideia do que isso signifique, você vai encontrar  seu museu, ele foi o grande escritor e poeta de estórias infantis. Pois não é que o Hans C. Andersen colocou a Dinamarca no mapa do mundo?  Através de seus fantásticos contos de fadas do século 19, no seu museu, você poderá ter a real impressão de como foi o escritor , bem como o mundo em que ele vivia.

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Você também poderá visitar a casa que ele passou a infancia. Filmes da Disney como “A Pequena Sereia”, “Frozen”, “Patinho Feio” e “Soldadinho de Chumbo” se baseiam em obras escritas por Andersen há mais de um século, e eu amo muito tudo isso.

Mas não pense que, com o seu inglês mais do que perfeito, vai  fazer você ser entendido  pela maioria da população…vou contar um segredo: em uma cidadezinha tão pequena, levei horas para achar o museu… Rsrsrs…Sabe porquê ? Ninguém entendia o que eu dizia. Portanto, se quiser pedir informações em Ödense, pratique um pouco,  do mesmo jeito  que eles pronunciam os nomes.

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Na Dinamarca, assim como na maioria dos países escandinavos, a tranquilidade é quase que absoluta! As bicicletas ficam estacionadas sem cadeados, que aliás são muitas; as janelas das casas são baixas, voltadas para as ruas, e não têm grades; todo mundo pendura as bolsas nas cadeiras, mesmo nos restaurantes com mesas nas calçadas.

Até arrisquei um teste! Entrei num café, pedi um chá de baunilha, pimenta e outros ingredientes, uma delícia!…acompanhado de um pedaço da melhor torta de pera que eu já comi na vida. Foi no Froggy Café Restaurant.blog6

Percebi que todos iam ao banheiro, localizado no piso inferior, com acesso por uma escada caracol, e largavam t-u-d-o na mesa; bolsa, carteira, livro, jornal e etc e, ninguém manifestava o menor interesse nestes pertences. Hauauaha…

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Me atrevi a deixar minha bolsa na mesa (literalmente! larguei em cima, para que ficasse visível a todos), levei comigo somente o passaporte. Como estava com pouco dinheiro na carteira, porque estava hospedada em outra cidadezinha, desci, como se nada me abalasse. Poucas vezes na vida senti a adrenalina sem correr riscos. Essa foi uma dessas vezes. Fingi que ia ao banheiro, demorei um pouco embaixo e retornei. Tudo intacto, exatamente como eu havia deixado. Para uma carioca, você há de convir que isso é uma aventura e tanto!!

Passado o teste, me ative a observar como o povo é bonito. Traços perfeitos, olhos bonitos, sorriso lindo. Inclusive idosos. Dá para perceber, pelos traços, que devem ter sido ainda mais bonitos quando jovens.

As meninas de vinte e poucos anos tingem os cabelos de preto. “Buscamos o que não temos”, como dizia Gandhi. Dá para ver quando a raiz está crescendo, que os cabelos naturais são praticamente platinados.

O clima, durante o festival, é ótimo! Fresco, com sol. Muitos restaurantes que ficam na rua têm mantas sobre as cadeiras, caso comece a ventar ou chover, quando a temperatura cai bastante.

Uma outra curiosidade: as placas de trânsito ficam próximas ao chão, para não “poluir” o visual da cidade. Com isso, dei muitas voltas até acertar meu caminho de volta para Munkebo, onde estava hospedada…

Hoje gostaria de falar sobre aquele momento que a gente enfim compra um apê, eu me lembro quando aconteceu comigo, a sensação foi indescritível. É impossível a gente não ter vontade de mudar alguma coisa. Se o seu imovel estiver necessitando de alguma reforma, recomendo que  voce dê uma vistoriada nas instalações. A gente pensa assim, ah !!! é só colocar uns aparelhos de ar condicionado que tudo vai ficar bacana, e a iluminação também é fácil é só rebaixar o teto e colocar uns pontinhos de luzes. Mas quando se abre o quadro de luz, voce fala assim, Nossa !! mas só tem 2 dijuntores, Ih caramba, como eu não notei isto antes!!!

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Isto sem falar que voce ainda não viu a descarga que está com um fluxo de água insuficiente e também a torneira que está com um pinga-pinga que não tem fim. Assim gente, eu recomendo que seja checado tudo isto ou então você fica logo sabendo que  vai ter quebra-quebra.

E quando isto acontece ? Ahahaha… Agora a legislação vos obriga a ter uma RRT, e o que é isto ? É simples, voce precisa contratar um arquiteto que tenha que assinar uma Responsabilidade  Técnica, e se voce resolver abrir um vãozinho ? Ui !!! aí é que pega, tem que ter arquiteto sim. Cada estado tem sua própria legislação em cada Prefeitura, mas fique atento porque realmente o certo é ter arquiteto.

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O razoável que se tenha bem claro todas as suas necessidades, tanto do décor quanto do basicão. Nunca faça alterações sem planejar antes, e pelo amor de Deus, quando o arquiteto te mostrar as plantas, pare e perca um tempo analizando, porque depois de assinado ou depois de ter comprado os armários, se voce não gostar, seu prejuizo é grande. Na verdade voce não PERDE TEMPO, você GANHA TEMPO. Por isso veja com rigor, analise, discuta com a família, peça um desenho em 3D, enfim faça de tudo para ter certeza  de que é aquilo mesmo que voce deseja.

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Daí voce vai pensar assim, sempre tem alguém para indicar arquiteto. Certo, porém consulte as obras executadas por ele e a reputação do escritório, para ter uma referencia do seu trabalho. Veja bem os prazos e tudo que foi contratado, lembre-se que cada modificação acarreta, um custo, seja de projeto, seja de obra ou até de material.

Não faça nada sozinho! Um arquiteto é essencial para guiar qualquer modificação e ajuda a fiscalizar os outros profissionais contratados.. Acorde muito bem os prazos e todo o trabalho envolvido.

E depois de tudo pronto, é só felicidade.

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Sabe aquela hora em que nordestino pega todas as suas coisas e quer descobrir a cidade grande? Mas precisa manter suas referências?! Então, foi simples assim!!
No conceito deste loft, a ideia da brasilidade está em cada cantinho e tinha que ter suas peculiaridades. Na sala, busquei detalhes áridos da caatinga. E por que não uma árvore seca, sequinha sem muito glamour. Por que não? Fiz uma revoada de borboletas para dar uma humanizada naquele canto.

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Afinal, a combinação perfeita da aridez fica por conta dos sofás que são puro conforto, a gente fica papeando e se esquece da hora porque logo ali ao lado fica o quarto, um risco à parte. E as paredes do apê são de uma cor de céu, verderame, mistos de por do sol com cor do mar, e, na outra parede, não pude deixar de colocar uns tijolinhos para representar a urbanidade paulista.

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Dividindo os ambientes, uma divisória em mdf, toda cortada a laser que vai subindo, até se encontrar no teto. Para dar aconchego, aquilo mais parece aquelas renda de bilro, trabalho lindo das rendeiras nordestinas.

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Claramente, neste loft tem um nordestino bem adaptado, já virou paulista, observe que os livros ainda estão embrulhados no jornal e o lugar incomum é uma chaise bem gordona, tipo chesterfield sim, porque aqui em São Paulo o povo adora conforto, e corri logo para ter o meu, sem esquecer do meu trompete.

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Bem, passamos para o jantar, lugar de se afogar nas delícias que dão água na boca. Uma coisa eu digo, sou bem exigente. Se quiser checar a fonte (no caso eu), tem que ir lá na Sierra e ver que escândalo está a sala de jantar. Ah, detalhe, observem os trocentos vidros que coloquei para enfeitar a mesa.

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A Sierra é meio no inicio, meio no fim do Casa Shopping. Não conte para ninguém, o segredo vai além: tem muita gente boa expondo por lá.

JU – RO!! Vai conferir “emindica”sim!!! Tudo isso no Blog Indicativo!!

 

Sabe aquela célebre perguntinha: D. Ana, o que é para fazer hoje?
Essa é uma das grandes dificuldades que eu observo em meus pacientes na hora de seguir uma alimentação balanceada, é a dificuldade de montar um cardápio…A palavra organização é fundamental,  para que você sincronize todas as suas atividades e insira de vez, a organização da sua comida como prioridade… portanto vou te ajudar nessa jornada…

1. Organize sua lista de materiais que tem em casa. Verifique prazo de validade e coloque os alimentos com prazo mais curto de maneira que o acesso seja mais fácil.

imagem22. Faça uma lista fixa de alimentos consumidos de rotina em seu computador ou baixe um app que já tenha uma pronta. Assim , você organiza  sua lista mais rápido , sem esquecer de nenhum alimento.

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3. Liste as receitas que te agradam.
4. Monte o cardápio com todas as refeições que você irá consumir.

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5. Se você mora sozinho (a), o mesmo alimento deve servir para preparações diferentes… Assim, você não fica repetindo a comida vários dias …ex: salada de brócolis com couve flor e alface + Frango grelhado com cebola + arroz integral. À noite, transforme o brócolis e a couve flor em sopa e adicione o Frango grelhado desfiado.
6. Procure trocar alimentos refinados ou menos saudáveis por opções mais adequadas,como por exemplo, trocar a farinha branca por integral, no caso de pães , massas  e outros produtos de panificação.

E para te dar aquele empurrãozinho de vez, segue uma sugestão de cardápio para 1 semana. E me conta como colocar essa experiência em prática!

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Preciso reconhecer: eu não gosto de ler. Textos longos, livros grossos ou até carta de amor (neste último, um resumo adianta o processo)… Muita lengalenga, mimimi e variações do mesmo tema.

Gosto de manual. Ler manual tem lá seu charme. Fora da curva, admito. Para saborear a leitura, tem que ter ingrediente. Por isso, também gosto de ler receitas. As mais cheias de embala, desembala, descansa, bate, reduz, gela, desgela, cozinha, frita, empana, assa, doura; e gosto das histórias de chefs. Das profissões que antecederam à de chef de cozinha, muita gente tem história pra contar. O advogado que virou chef (meu caso e de tantos outros), o executivo que virou chef, ainda que executivo também… o médico que virou chef (este vai ter uma habilidade enorme com facas) e como surgiu a paixão pela cozinha. Muitos nasceram praticamente dentro de uma cozinha. A avó fazia panetone, matava o galo no quintal, cozinhava de um jeito e assava de outro, e assim o chef (re)nascia assistindo às aulas ao vivo do berço…

Há outras leituras interessantes, como, por exemplo, como nasceu a azeitona da empada ou por que o strogonoff se chama strogonoff. Bendito seja o Conde Strogonoff!! segundo algumas literaturas no século XIX, havia uma família russa de sobrenome Stroganov. E um dos chefs fez a carne picada no creme de leite, dando origem ao nome do prato, o nome da família. A Larousse Gastronomique atribui o nome ao verbo “strogat” que significa cortar em pedaços. Colocar os champignons, a mostarda e a páprica foi ideia do Chef Francês Thierry Costet, que viveu na Rússia neste período. O strogonoff já foi prato sofisticado do Maxim’s – restaurante elegante de Paris, próximo da Place de La Concorde. Mas o strogonoff se popularizou e virou “arroz com feijão”… outras literaturas apontam como um prato derivado do Goulash, de origem húngara, feito com carne de vaca cortada em cubos.

Então, compartilho com vocês um pouco da minha biblioteca e sugestões de leitura para quem curte gastronomia, mas não quer ler, necessariamente, receitas.

– Nem só de caviar vive o homem: J.M.Simmel conta a história de um cara que se torna espião e, através de suas receitas, cozinha para diversos aliados e inimigos, e resolve grandes “abacaxis” através de seu tempero.

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– Alho e Safiras: livro escrito pela crítica gastronômica Ruth Reichl, que atuou primorosamente para o NY Times, editora chef do Gourmet Magazine. Ela conta os bastidores de sua vida como crítica. Livro levíssimo, vale a diversão.

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– Carême, o cozinheiro dos Reis: a vida de Marie-AntonineCarême, chef de cozinha francês conhecido pela alta gastronomia francesa. Ele pintou o sete, o oito e o nove na gastronomia, vale a pena ler a história dele, se você quiser entender por que a gastronomia é o que é hoje. Acredito que ele tenha feito parte disso…

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– O que Einstein disse a seu cozinheiro: uma compilação inteligente de informações sobre os ingredientes, do porquê as coisas funcionam desta ou daquela forma.

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– Conselhos a um jovem chef (Daniel Boulud) = o nome já diz tudo! Sem spoiler!

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– Quem colocou o filé no Wellington?: histórias como a do strogonoff, entre outras curiosidades, e de como nasceu o nome do seu prato preferido é o que você vai ler neste engraçado livro de James Winter. E vai pensar: “Puxa, jamais imaginei que esse nome tivesse vindo daí…”

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– As receitas amorosas de uma feiticeira (Brigitte Boulard-Cordeau): bom, esse livro pink, com o título Diário Mágico, não é meu! Não é isso o que vocês estão pensando!!! Posso explicar: é da minha mulher! Ela entrou “numas” de querer aprender sobre gastronomia e comprou um livro de poção mágica. Mas algumas receitas inusitadas para acalmar, trazer alegria ao lar, avivar o amor, curar gastrite etc. são bem interessantes pela composição dos ingredientes.

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Os banquetes do Imperador: este livro, grande, gordo e pesado, é uma obra clássica, que reúne os principais banquetes da história! Uma joia da gastronomia histórica.

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Então, é isso moçada!

Alguns livros da minha biblioteca, nem todos com receita, mas com boa diversão!

Hasta la vista!

Uma boa diversão! E, por que não, inspiração?

 

Léo Prieto