Se você gosta de um ambiente minimalista, entenda que menos é mais. Com seu brilho e sua força você vai ter coragem de doar tudo o que você ganhou da sua mãe, da sua avó, daquela festinha de casamento ou de aniversário que você fica com pena de jogar fora. Você precisa avaliar tudo que está ao seu redor. Então, vamos ter um dedinho de prosa aqui para eu te explicar como a coisa rola?!

O estilo minimalista começou a se formar lá na década de 60 numa época que as famílias não tinham muita grana, tinham apenas o basicão para viver, e nas casas eram tudo muito simples, o suficiente para viver sua rotina do dia a dia. Este estilo que para alguns era uma questão de necessidade, para outros virou uma forma de expressão cultural, e se refere a uma tendência das artes visuais. Em Nova York o expressionismo abstrato de Jackson Pollock era efervescente, as pessoas se preocupavam em utilizar somente elementos fundamentais como base de expressão.

 

Os trabalhos se mostraram sólidos e foram ficando cada vez mais estáveis. Cresceu tanto que espirrou em outras áreas, e obviamente este minimalismo influenciou, e muito, a arquitetura e a decoração.

Mas o melhor de tudo é quando você nem tem onde morar, mas já vai adquirindo um monte de coisas. A gente sabe que algum dia isto pode combinar com aquilo e vamos nós comprando alucinadamente. E são tantos os itens que rola uma mistureba danada. Os acessórios, os móveis, a iluminação, a cor e um sem fim de outros elementos, que tudo isso junto e misturado, vira um caos!!!

Eu vou te dar algumas dicas:

  1. Abstraia dos excessos: faça uma limpa em tudo que você tem apenas para preencher os espaços, mantenha apenas o que realmente tenha valor para você. Objetos pessoais e de valor afetivo são o que realmente dão a cara de quem mora no espaço.
  2. Seja austero nas compras: faça uma lista das coisas que pretenda comprar, e atribua a elas uma função. Assim fica mais fácil na hora de escolher o que quer de verdade, e não levar a loja inteira!!
  3. Minimalismo é a palavra de ordem: poucos e bons objetos.
  4. Geometria nos quadros: não apenas no que está sendo exposto, mas na forma em que os quadros serão pendurados. Linearidade e objetividade são fundamentais.
  5. Acabamentos mínimos: desde o mobiliário, aos adornos, mantenha a simplicidade nas coisas. Leve isso pra vida!!
  6. Ilumine: faça da luz sua aliada, e com alguns spots de led destaque seus itens favoritos.

Mas se você aprecia uma casa como da era vitoriana ou mesmo a casa de Eames, que era cheia de objetos, isto é muito relativo, saiba que você tem aí duas estéticas segundo Chris Grimley e Mimi Love: “Ou um minimalismo extremamente calibrado, ou os excessos de um colecionador cuidadoso”.

 

*Imagens retiradas da internet.

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